terça-feira, 28 de setembro de 2010

Negrinho e Vidinha




O gato é uma maquininha
que a natureza inventou;
tem pêlo, bigode, unhas
e dentro tem um motor.
Mas um motor diferente
desses que tem nos bonecos
porque o motor do gato
não é um motor elétrico.

É um motor afetivo
que bate em seu coração
por isso faz ronron
para mostrar gratidão.

No passado se dizia
que esse ronron tão doce
era causa de alergia
pra quem sofria de tosse.

Tudo bobagem, despeito,
calúnias contra o bichinho:
esse ronron em seu peito
não é doença - é carinho.

(Ferreira Gullar)

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Amiga Neli


Estou contigo em coração e oração, Deus é pai e tudo vai dar certo.

"Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo".

Nada acontece por acaso, para tudo existe uma razão de ser. (Brian Weiss)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

GURI - Dante Ramon Ledesma

Uma das músicas mais conhecidas no Rio Grande do Sul. Dentre tantas músicas gauchescas esta é uma das minhas preferidas. Tem diversos intérpretes para ela, cada qual com seu carisma. Dante Ramon Ledesma nasceu em Rio Cuarto em Córdoba - Argentina - mas tenho a imprenssão que o coração dele é gaúcho. (risos)


Das roupas velhas do pai
Queria que a mãe fizesse
Uma mala de garupa
Uma bombacha e me desse...
Queria boinas, alpargatas,
E um cachorro companheiro
Pra me ajudar a “bota” as vacas
No meu petiço sogueiro.
Hei de ter uma tabuada
E o meu livro Queres Ler
Vou aprender a fazer contas
E algum bilhete escrever...
Pra que a filha do seu Bento saiba,
Que ela é o meu bem querer
E se não for por escrito
Eu não me animo a dizer!

Quero gaita de oito-baixo,
Pra ver o ronco que sai;
Botas feitio do Alegrete;
Esporas do Ibirocaí...
Lenço vermelho e guaiaca
Compradas lá no Uruguai.
Pra que digam, quando eu passe,
Saiu igualzito ao pai.

E se Deus não achar muito
Tanta coisa que eu pedi
Não deixe que eu me separe
Deste rancho onde eu nasci...
Nem me desperte tão cedo
Do meu sonho de guri
E de lambuja permita
Que eu nunca saia daqui.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

175 ANOS DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA

SIRVAM NOSSAS FAÇANHAS DE MODELO A TODA TERRA!

O Gaúcho canta seu hino, honra sua história, povo de garra, povo de força e fé!!

Parabéns à todos gaúchos pelos 175 anos da Revolução Farroupilha.

Hino Rio Grandense
Letra: Francisco Pinto da Fontoura
Música: Joaquim José Mendanha

I
Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o 20 de Setembro
O precursor da liberdade

(Refrão)

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

II

Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

(Refrão)

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra